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ACT 2023-2024 | FNP indica rejeição à 3ª contraproposta

Após minuciosa avaliação da diretoria colegiada, Federação Nacional dos Petroleiros entende que a Petrobras precisa apresentar nova proposta que avance no reajuste salarial, AMS e outros pontos nevrálgicos   A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) indica para a categoria petroleira a REJEIÇÃO à 3ª contraproposta das empresas do Sistema Petrobras para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2023-2024, apresentada em mesa de negociação nos dias 13 e 14 de novembro, no Edifício Senado (Edisen), no Rio de Janeiro (RJ). Ainda que a FNP reconheça avanços importantes nessa terceira contraproposta, o seu conteúdo, no entanto, não corresponde às expectativas depositadas no novo governo Lula e não repara todo o estrago das gestões da estatal durante os governos Temer e Bolsonaro (2016-2022). Após longos debates e minuciosa apreciação política e jurídica da proposta, a diretoria colegiada da FNP entendeu que a Petrobras precisa avançar em pontos estratégicos e sensíveis à categoria petroleira. A proposta econômica do ACT de dois anos – portanto, de 2023 até 2025 – prevê apenas a reposição da inflação (4,61%/IPCA) + 1% de “ganho real” para os trabalhadores da ativa na Remuneração Mínima por Nível e Regime (RMNR), logo excluindo os aposentados não repactuados, que também necessitam ser reconhecidos nesse acordo. A defasagem dos 1,13% (30% da inflação) de 2019 e 2,44% de 2020 (reajuste zero) seguem sem reparação. Essa proposta tampouco possui cláusula de ultratividade para o período de vigência. A oferta de um abono aos trabalhadores da ativa parece uma grande vantagem, mas não é. Esse valor representará míseros 0,5% dos dividendos distribuídos aos acionistas privados em 2022. É uma proposta que tenta ludibriar a categoria petroleira, uma vez que também não há previsão de um novo abono para o ano de 2024 e desconsidera novamente o necessário aumento real nos salários dos empregados. Qualquer troca de reajuste real por abono significa perda para a vida toda.   AMS O impasse diante do custeio da AMS (ponto crucial da negociação para a categoria) mais uma vez não foi resolvido. A Petrobras manteve a relação 60/40 no plano de saúde e apresentou apenas uma cláusula condicionante de retomar estudos da relação 70/30, caso haja alterações ou a extinção das resoluções n° 42 e n° 49 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST). Sobre a margem consignável, segue inalterado um ponto crítico que é a manutenção de 30% para ativa e aposentados, muito distante da histórica margem de 13%. A FNP tem liminar garantindo esse percentual para aposentados, porém o pleito é que os 13% fossem garantidos no ACT para toda a categoria.   Manutenção de outros ataques das gestões anteriores A 3ª contraproposta da Petrobras também não corrige o Adicional Provisório de Transferência Temporária (APTT), não avança na regulamentação do teletrabalho (é preciso garantir que não haja retrocessos nesse item), não unifica os planos de cargos, mantém o banco de horas, mantém o falso ‘regime de sobreaviso’ nas plataformas. Ademais, a “última contraproposta” – assim chamada pela companhia –  não recupera as perdas salariais dos empregados da PBIO, que receberam menos em 2022. Ainda para PBIO e TBG, que seguem oficialmente no programa de desinvestimentos da holding, não há garantias aos trabalhadores de segurança no emprego, caso ambas empresas sejam vendidas. A FNP e seus sindicatos defendem um item que assegure a incorporação dos trabalhadores junto ao Sistema Petrobrás. Tão logo sejam superadas as resoluções n° 42 e n° 49 da CGPAR, a FNP também reivindica a revisão de todas as cláusulas econômicas, ainda na vigência do próximo ACT a ser aprovado, de modo a garantir reajustes adequados aos empregados da estatal.   FNP convoca toda categoria petroleira para rejeitar a proposta nas assembleias “Chamamos a categoria a comparecer às assembleias para reprovarmos essa proposta que não avança nos problemas estruturais e aprovarmos um calendário crescente de mobilização, assim como uma contraproposta nossa para voltar à mesa de negociação”, convoca Eduardo Henrique, secretário-geral da FNP. “É fundamental ainda unificarmos com as demais categorias de estatais federais para formarmos uma força-tarefa que derrube a CGPAR”, complementou Eduardo.

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FNP debate iniciativas para avançar na campanha reivindicatória do ACT 2023

A diretoria colegiada da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reuniu na manhã deste sábado (18/11) em prosseguimento de reunião iniciada no dia anterior para avaliação da proposta de ACT apresentada pelo Sistema Petrobras, cuja última versão da carta de apresentação foi entregue esta madrugada. Os departamentos jurídicos da federação e dos sindicatos estão realizando análise minuciosa do conteúdo enviado pela Petrobras. Foram identificadas e debatidas lacunas e limites em questões estruturais no texto de conjunto (isonomia, AMS, reparação de perdas, entre outros), além de cláusulas que não refletiram pontos acordados em mesa. Diante de tal cenário, a FNP discutiu a necessidade da proposta ter mais avanços, de modo que o ACT reconheça o esforço da categoria petroleira nos últimos anos. Com este objetivo, a FNP realizará reunião em breve, ainda sem data definida, com a FUP, para procurar consensos sobre os próximos passos da campanha reivindicatória. Do mesmo modo, a FNP enviará ofício à direção da Petrobras solicitando reunião para esclarecimentos sobre aspectos da minuta e adequação ao discutido nas negociações. É fundamental que a categoria se mantenha atenta às publicações e redes sociais dos sindicatos, pois nos próximos dias serão divulgadas atualizações importantes para a sequência da campanha do ACT 2023, como o indicativo e o calendário de assembleias.

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ACT 2023-2024 | Petrobrás sinaliza que a 3a contraproposta será feita na próxima semana

Ontem (06/11), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) teve mais uma rodada de negociação com a Petrobras para tratar do novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Infelizmente, a companhia não apresentou nenhuma proposta, mas sinalizou que levará à mesa a 3a contraproposta às federações na próxima semana, no dia 13/11 (segunda-feira).  A FNP aproveitou a reunião de ontem para reforçar a cobrança da categoria por um ACT digno para os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas (evidente nas mobilizações e paralisações das últimas semanas). Os petroleiros e petroleiras exigem avanços reais em relação ao reajuste salarial, no custeio da AMS que retorne para 70/30, no regramento do teletrabalho, na isonomia entre as subsidiárias da Petrobras, entre outros eixos importantes da pauta da categoria. Continue atento e atenta aos canais da FNP — aqui no site, Instagram, Facebook e X (ex-Twitter) — para acompanhar as novidades em relação ao ACT 2023-2024. ATUALIZAÇÃO: A Petrobrás confirmou que a próxima rodada do ACT acontecerá na próxima segunda-feira, dia 13/11 (o que até então não estava confirmando no dia de fechamento desta nota).   CONFIRA algumas fotos da última reunião:      

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Petrobrás agenda nova rodada de negociação do ACT 2023-2024

Em resposta ao ofício da FNP, companhia marca reunião para o dia 06/11 A Petrobrás confirmou, hoje (31/10), uma nova rodada de negociação com a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) para tratar do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2023-2024, a ser realizada na próxima segunda-feira, dia 06/11, às 14h30, no Edifício Senado (Edisen) – Rio de Janeiro (RJ). Segundo o ofício da companhia, o encontro tem por objetivo “dar continuidade às negociações”. No entanto, ainda não é sabido se já haverá uma terceira contraproposta da Petrobrás nessa reunião. O agendamento da nova rodada ocorre em meio à pressão da categoria petroleira, promovida por Sindipetros de todo o país na jornada nacional de mobilização, que começou na última sexta-feira (27/10) e segue até amanhã (01/11). BAIXE E LEIA O OFÍCIO NA ÍNTEGRA

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ACT 2023-2024 | FNP oficia Petrobras sobre a rejeição da 2ª contraproposta

Documento reforça a preocupação da categoria petroleira com o entrave da AMS e a necessidade de se avançar nos direitos dos trabalhadores (da ativa, aposentados e pensionistas) para a reconstrução coletiva da Petrobras    Hoje (27/10), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) enviou um ofício à Petrobras para comunicar a rejeição massiva da categoria petroleira à 2ª contraproposta da empresa, apresentada no dia 09/10. Organizados em assembleias através dos Sindipetros Litoral Paulista (LP), Rio de Janeiro (RJ), São José dos Campos (SJC), Alagoas/Sergipe (AL/SE) e Pará, Amazonas, Maranhão, Amapá (PA/AM/MA/AP), entre os dias 11/10 e 26/10, petroleiros e petroleiras refutaram de forma determinada a proposta rebaixada, que não reconhece os esforços e o papel determinante dos trabalhadores nos últimos anos – inclusive na resistência à privatização da companhia. “Cabe também ressalvar a necessidade de avanços nos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, bem como dos aposentados e pensionistas, para juntos reconstruirmos a Petrobras”, destaca o documento, que reforça o entrave na AMS como a principal preocupação da categoria petroleira. A FNP ainda informou que se iniciou hoje (27/10) a rodada de mobilizações, que vai abranger todos os setores da categoria até a próxima quarta-feira (01/11). E sinalizou à Petrobras aguardar a próxima rodada de negociações do ACT 2023-2024 a partir de 06/11/2023.   BAIXE E LEIA O OFÍCIO NA ÍNTEGRA    

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ACT 2023-2024 | FNP e FUP indicam rejeição à proposta da Petrobrás e organizam calendário nacional de lutas

Assembleias para rejeição da segunda contraproposta ocorrem entre 11 e 26/10; ao final do mês, categoria petroleira será mobilizada em todo o país durante quatro dias para avançar na conquista do um acordo coletivo digno   Hoje (10/10), as diretorias da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e da Federação Única dos Petroleiros (FUP) se reuniram para deliberar um calendário nacional de lutas comum à categoria petroleira, tendo em vista os desafios para avançar na próxima etapa da campanha do Acordo Coletivo de Trabalho 2023-2024. A decisão da ação unitária entre ambas entidades surgiu após o recebimento da segunda contraproposta da Petrobrás, ontem (09/10), com semelhante dissabor diante dos minúsculos avanços. Os sindicatos da FNP e da FUP também decidiram pela realização de assembleias com as bases entre os dias 11 e 26 de outubro, indicando rejeição ao acordo apresentado pela companhia. Além das assembleias, haverá quatro dias de mobilizações ao final do mês de outubro e início de novembro, que serão organizadas de maneira setorial, com foco nos seguintes temas centrais: avanços no ACT, AMS, efetivo, transferidos e fim dos afretamentos de plataformas. Confira o calendário nacional de lutas para a campanha ACT 2023-2024: 27/10: refinarias e termelétricas; 30/10: empresas subsidiárias; 31/10: áreas administrativas; 01/11: exploração e produção. As duas federações também vão enviar um ofício conjunto às empresas do Sistema Petrobrás para solicitar a prorrogação do atual Acordo Coletivo de Trabalho enquanto não houver a assinatura de um novo ACT.   Outras ações A FNP e a FUP indicarão uma comissão unitária formada por diretores das duas entidades para ir à Brasília (DF), na Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), e tratar da CGPAR n°42. A atividade deve acontecer já na próxima semana. Na sequência, a ideia é reunir outras entidades representativas dos trabalhadores de estatais, que foram impactadas pelas diretrizes da comissão, e centrais sindicais em uma futura reunião com a ministra  da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck. Acompanhe as notícias do seu Sindipetro para saber a data da assembleia em sua base. Siga os canais da FNP e venha para a luta do ACT 2023-2024: RECONSTRUIR A PETROBRÁS, RECUPERAR DIREITOS.

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ACT 2023-2024 | Petrobrás propõe manter perdas salariais por mais dois anos e principais ataques dos últimos acordos

Em nova rodada de negociação, proposta da companhia não evoluiu em temas sensíveis aos trabalhadores, como o custeio da AMS e o teletrabalho Hoje (09/10) pela manhã, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) teve uma nova rodada de negociação com o RH da Petrobrás para tratar do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2023-2024. Após ampla rejeição da categoria à primeira proposta, desta vez a Petrobrás ofereceu aos trabalhadores o “ganho real” de apenas 1%  somado à reposição da inflação (4,61%/IPCA) – muito aquém de ressarcir todas perdas dos seis anos anteriores. No mais, não houve avanços significativos em nenhuma das principais demandas da categoria petroleira, como o custeio da AMS e o teletrabalho (nesse último caso, a empresa respondeu que não há propostas para incluir teletrabalho no ACT, e que a orientação segue a mesma de hoje). Além do singelo reajuste, a companhia também ofertou a expansão benefício licença paternidade para 30 dias, com obrigatória participação em atividade orientativa sobre paternidade responsável. E um pequeno avanço no benefício educacional, com o reembolso da matrícula no auxílio-creche e no auxílio pré-escolar, reembolso com material escolar e uniforme de escola pública na modalidade creche e pré-escolar. E foi apresentada ainda uma cláusula nova, que é o abono de até quatro dias para empregados do regime administrativo poderem acompanhar filhos de até 16 anos em consultas médicas, exames ou internação. Uma novidade indigesta, porém, veio nesse pacote: a proposta de vigência para esse ACT ser até 2025, com o reajuste apenas das cláusulas econômicas (RMNR, benefícios educacionais, Adicional Amazonas e Gratificação Campo Terrestre) a ser realizado de acordo com o IPCA em setembro de 2024. “Vocês falam pra gente ir de ‘pouquinho em pouquinho’, que talvez não venha tudo o que é esperado, mas como vamos fazer isso se vocês estão propondo um acordo de dois anos? São duas situações que se contrapõem. Se nós quisermos construir devagar, cada passo de uma vez. Agora, não dá para esperar a vida passar para depois querer dar um passo”, criticou Adaedson Costa, secretário-geral da FNP. Adaedson ainda lembrou aos representantes da companhia sobre a importância de se destravar a negociação referente à AMS, que passa necessariamente pelo custeio do plano de saúde. Hoje, a empresa sequer apresentou qualquer cálculo para a matéria. Somente tocaram no tema após serem questionados pela direção da FNP (e a reposta foi a de que estavam realizando estudos). O também secretário-geral da FNP, Eduardo Henrique, ainda lembrou que a companhia tampouco apresentou propostas para os equacionamentos da Petros (somente um informe de que o GT Petrobrás, Petros e Entidades – GT/PPE será prorrogado por mais 90 dias). “O presidente da Petrobrás, Jean Paul Prates, falou à categoria que pretende resolver o problema da Petros, mas o RH não trouxe nenhuma proposta à mesa para avançar no acordo coletivo. E ainda segue sustentando a proposta do custeio da AMS se manter em 60/40. Pra gente, isso é inadmissível”, reforçou Eduardo Henrique. Já o diretor da FNP, Rafael Prado, lembrou que a Petrobrás precisa apresentar uma proposta que leve em consideração todas as perdas financeiras da categoria petroleira nos acordos coletivos desde 2016. “A proposta apresentada não contempla as perdas dos últimos anos. Esse ganho real de 1% não reconhece que a categoria foi atacada nos últimos seis anos. E ao colocar a proposta de vigência deste novo ACT em dois anos, com um reajuste de apenas 1%, ainda que atrelado ao IPCA do próximo ano, na prática vai impedir que a categoria lute pela recomposição de todas as perdas, seja já neste ano ou no ano que vem. Nós não vamos validar essa situação ruim por dois anos”, pontuou. A direção da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reuniu ao final da tarde de hoje para decidir os próximos passos da campanha reivindicatória. Amanhã, a FNP tem uma agenda programada com a Federação Única dos Petroleiros (FUP) para fazer um balanço comum e deliberar medidas para apresentar à categoria.

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Petrobrás promete priorizar empregados transferidos compulsoriamente em novo programa de mobilidade

Trabalhadores vítimas do programa de desinvestimento da última gestão poderão voltar para as suas regiões de origem Ontem (04/10), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reuniu com o RH da Petrobras, no Edifício Senado (Edisen), para tratar do tema efetivo e mobilidade.  Os representantes da companhia afirmaram que, nos próximos meses, será criado novo programa Mobiliza e também um novo programa específico de mobilidade, que os empregados vêm chamando de “Volta pra Casa”. Esse dará prioridade e a devida garantia aos trabalhadores e trabalhadoras transferidos compulsoriamente por conta do programa de desinvestimento da gestão anterior. Esses empregados que se inscreverem no novo programa terão garantidos, se assim for de interesse, a repatriação para as unidades/cidades de origem, com o devido planejamento e previsibilidade. A companhia ainda informou que, conforme o ingresso dos novos petroleiros que estão sendo convocados nos concursos vigentes, os empregados transferidos voltarão paulatinamente para as suas regiões. E mais urgente agora: 156 casos críticos — já mapeados pelo programa Sentinela, pela área de saúde e pelos RHs locais —  já são tratados como prioridade pela Petrobrás, com a perspectiva de repatriação até dezembro deste ano. A companhia ainda informou ter resolvido 26% desses casos. Alguns pontos sensíveis, como garantia de adicionais e regime, que são tão importantes para a tranquilidade dos trabalhadores e trabalhadoras que aderirem ao programa, também foram apresentados em mesa pela FNP e serão analisados pela gestão da companhia, a fim de não se causar ainda mais transtornos. Afinal, questões econômicas não podem ser um empecilho diante dos números da Petrobrás. Já o novo Mobiliza permitirá que os demais empregados solicitem a transferência para uma diretoria diferente da sua atual. Quadro efetivo Na reunião, FNP e Petrobrás também trataram da demanda como um todo no quadro efetivo da companhia. A Petrobrás apresentou um cronograma de contratação e treinamento dos futuros petroleiros aprovados nos últimos dois concursos públicos. Os entrantes de nível médio e de nível superior já estão sendo convocados. Uma nova rodada de contratações deve acontecer em novembro. A companhia trabalha ainda na elaboração de um futuro novo concurso de nível técnico. Existe a previsão de uma outra reunião do fórum de efetivo e mobilidade para a próxima semana.

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ACT 2023-2024 | Reunião temática trata de SMS e diversidade

Em mais de quatro horas, FNP reforçou que aguarda avanços concretos na nova proposta para os temas de segurança, saúde, diversidade e proteção à vida dos trabalhadores e trabalhadoras   Hoje (28/09), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) participou da 3ª reunião temática da semana com a Petrobrás no âmbito da negociação do ACT 2023-2024, que tratou de Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) e diversidade. Em SMS, especificamente em segurança, a FNP apontou o grave problema da subnotificação de desvios – acidentes e incidentes de trabalho –, a precarização da área de manutenção e outras questões que envolvem a segurança dos trabalhadores nas plantas industriais, além da valorização das CIPAs. Já no eixo de saúde, a Federação Nacional dos Petroleiros abordou as questões da ampliação dos Atestados de Saúde Ocupacional (ASOs), dos exames complementares e do reconhecimento da Petrobrás aos agentes tóxicos aos quais os petroleiros da operação estão expostos no Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), bem como o abono saúde para o acompanhamento dos dependentes em consultas e exames.   Adoecimento mental e prevenção ao suicídio A FNP também cobrou uma política de prevenção ao suicídio que seja implementada no ACT 2023-2024, capaz de incidir imediatamente em grupos de petroleiros vulneráveis e em processo de adoecimento mental, agravado severamente na última gestão da empresa. A Federação Nacional dos Petroleiros mapeou que os trabalhadores transferidos compulsoriamente do Nordeste para outras regiões do país, aposentados que sofrem com os equacionamentos da Petros e descontos abusivos da AMS, demitidos que reivindicam anistia e vítimas de assédio moral e sexual carecem de medidas urgentes [CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS]. “A gente ressaltou a importância de a empresa garantir uma cláusula no acordo coletivo de proteção contra toda a violência no trabalho, assédio moral, assédio sexual, que inclua a proteção ao denunciante e considere a participação das CIPAs e dos sindicatos nas comissões de apuração. Não podemos mais conviver com a violência no trabalho. É preciso construir um ambiente saudável no Sistema Petrobrás”, destacou Natália Russo, diretora da Federação Nacional dos Petroleiros.   Mulheres, famílias, LGBTQIAPN+ e PCDs A Federação Nacional dos Petroleiros também reiterou a importância de a Petrobrás reconhecer as pautas de proteção à maternidade, como o acesso ao parto humanizado no plano de saúde e ambiente para lactantes na empresa. Também foi cobrada maior atenção da empresa e a instalação de programas que contemplem as pautas da comunidade LGBTQIAPN+ e de proteção às pessoas com deficiência (PCDs). Em mais de quatro horas de reunião, a direção da FNP reforçou que aguarda avanços concretos na proposta para esses temas debatidos na reunião de hoje, que são prioritários e dizem respeito à proteção da vida das pessoas e da diversidade da categoria petroleira que constrói a companhia. Após três dias de extensas discussões e com a demonstração da importância de cada pleito, seguimos para a reunião no dia 04/10, que vai tratar de efetivo e transferências,  pautas críticas no contexto atual da Petrobrás.  Posteriormente, a Federação Nacional dos Petroleiros aguarda que o reconhecimento dos trabalhadores e trabalhadoras, aposentados e pensionistas, aconteça em uma proposta apresentada pela empresa.    Ato pela reconstrução da Petrobrás e em defesa das estatais A FNP convoca a categoria petroleira a participar do ATO EM DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL, DAS ESTATAIS E DO SERVIÇO PÚBLICO, que ocorre na próxima terça-feira, dia 03/10 (dia do aniversário de 70 anos da Petrobrás), às 15 horas, no centro do Rio de Janeiro [CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS]. Vamos aproveitar essa data simbólica e mostrar a força da categoria petroleira no processo de reconstrução da Petrobrás, sob o nosso lema da campanha do ACT 2023-2024: RECONSTRUIR A PETROBRÁS E RECUPERAR DIREITOS!  

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ACT 2023-2024 | Em nova mesa, FNP cobra ganhos reais na proposta de remuneração da Petrobrás

Reunião temática também tratou de vantagens e relações sindicais   Hoje (27/09), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) se reuniu novamente com o RH da Petrobrás para tratar desta vez a respeito de remuneração, vantagens e relações sindicais. Os dirigentes cobraram avanços concretos na remuneração da categoria petroleira, com uma proposta que inclua ganhos reais (além da reposição da inflação), levando em consideração os anos de 2019 e 2020, quando o reajuste foi de apenas 70% da inflação e no ano seguinte nada foi reajustado no salário dos trabalhadores do Sistema Petrobrás. Ainda sobre remuneração, foi enfatizado à companhia que os empregados da Petrobrás Biocombustível (PBIO) carecem de reajuste adequado, porque não tiveram aumento em 2022.   Vantagens No ponto de vantagens, a FNP explicitou que, para a Petrobrás prestigiar todos os trabalhadores, é importante que se garanta a isonomia entre os adicionais onshore e offshore, já que existem atividades específicas que não possuem adicionais em detrimentos de outas. São os casos dos adicionais de campos terrestres, adicional de apropriação e o adicional de regime especial de campo. Novamente foi cobrada a extensão do Adicional AM para Adicional de Permanência na Amazônia Legal, pela maior faixa, contemplando todos os empregados lotados nos estados da região, incorporando aqueles transferidos após 2019 que hoje não recebem o adicional.     Relações sindicais Os diretores da Federação Nacional dos Petroleiros reforçaram que, ao longo dos últimos seis anos, foram atacados reiteradamente pelas gestões da Petrobrás, sobretudo no governo Bolsonaro. “Perdemos muitos direitos e as direções sindicais foram alvos diretos das investidas do último governo, que reduziu muitas liberações entre as diretorias dos sindicatos e das federações”, disse Adaedson Costa, secretário-geral da FNP. Também foi cobrada a isonomia nas liberações entre as duas federações de petroleiros, na holding e subsidiárias.   Pedido de nova mesa temática Ainda no encontro de hoje, a FNP solicitou à Petrobrás uma nova mesa nessa rodada de comissões temáticas do ACT 2023-2024 para tratar de avanços nos eixos PLR, PCAC, PPP, periculosidade pra valer, Petros, segurança no emprego, efetivo, anistia, direitos dos novos empregados, teletrabalho e terceirização, que até então não foram abordados pela companhia e não foram relacionados nesta rodada de mesas temáticas. Cada um desses pontos foi minuciosamente explicado para os representantes da companhia e a sua necessidade de implementação e melhorias. Para a reconstrução da Petrobrás acontecer de fato, é necessário valorizar a sua força de trabalho, que, além de ter mantido a empresa e lutado contra a privatização, tem muito trabalho pela frente. A organização continua sendo o único caminho para a categoria petroleira. Dia 03/10, todos e todas nos atos pela reconstrução da Petrobrás e das estatais! [CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS]

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