Entidades debatem plano de lutas em defesa dos aposentados, pensionistas e ativos

Em reunião virtual nesta quinta-feira (15/7), à noite, entidades, que representam os aposentados, debateram várias propostas e encaminhamentos que visam defender os direitos dos aposentados, pensionistas diante dos impactos previstos no ACT, proposto pela empresa.

Estavam presentes representantes: da FNP; da Fenaspe, do Sindipetro-AL/SE; Sindipetro-LP; da Astape; Aepet-BA; da Apape-SP, da Astape Caxias; da Astape-RJ; Sindipetro-AL/SE; Ambep; Astape-RS; e Sindipetro-RJ.

A reunião foi uma iniciativa da FNP, com o intuito de congregar todos os representantes da categoria petroleira em torno da necessidade de garantir os direitos dos petroleiros, sejam eles ativos e/ou aposentados.

O secretário geral da FNP, Adaedson Costa, esclareceu as dúvidas referente a pauta de reivindicações do ACT 2022. Ele abordou pontos como a defesa da Petrobrás, reconquista de direitos e a reivindicação do retorno do custeio da AMS 70% Petrobrás e 30% trabalhadores.

Os participantes também trataram das pautas de mobilização da categoria como ações contra a privatização da Petrobrás e a AMS. A proposta feita pela empresa nega qualquer reajuste real e prevê ainda retirada da AMS do acordo coletivo e paridade na contribuição do benefício, atacando diretamente os aposentados e pensionistas.

O curioso é que, enquanto a empresa pede resiliência para os trabalhadores, a Petrobrás tem pago enormes dividendos aos acionistas. E os aposentados amargam anos de aprofundamento das dificuldades herdadas de outros ACTs.

Por isso, não podemos perder tempo, objetivo da Petrobrás é testar a categoria e enrolar as negociações até 31 de agosto, para forçar a aprovação de uma proposta rebaixada. Os aposentados vão intensificar as mobilizações, se for preciso, para forçar a gestão a avançar nas negociações.
 

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