Sindicato denuncia práticas antissindicais na TV Record

NOTA DE REPÚDIO

GESTÃO INSTAVEL E PRÁTICAS ANTISINDICAIS NA RECNOV E NA TV RECORD

Em 2005, quando a Record surgiu com a novidade de trazer um polo de produção de dramaturgia para vargem grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, trabalhadores não imaginavam que a administração da empresa era tão deficiente. Depois de um breve indício de esperança de competitividade no mercado, trabalhadores radialistas, que chegaram a modificar completamente seus hábitos de vida, inclusive mudando de endereço, em prol de uma nova condição de vida, passaram a ter pesadelos com os ocorridos na empresa.

Sem planejamento e sem qualquer tipo de comprometimento com os funcionários, a RecNov, logo no segundo ano de existência passou a demitir os primeiros contratados, alegando ter oferecido salários além do que podiam pagar. Daí para frente, foi uma sequência de infrações aos direitos trabalhistas, em 2013, após a primeira demissão em massa, trabalhadores chegaram a fazer uma paralisação, forçando diretores da empresa a posicionar-se respeitosamente perante seus empregados. Infelizmente, mesmo com a paralisação, as retaliações só aumentaram, em seguida, mais demissões em massa ocorreram. Atualmente, o sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, para não prejudicar ainda mais os trabalhadores, estão tendo que aumentar o contingente dos departamentos de homologações, tentando fazer o possível para darem conta das mais de 30 contabilidades diárias.

Com se não bastasse todos esses absurdos, as duas empresas, estão praticando atitudes antissindicais, desrespeitando também, as entidades de classe. Na TV Record, localizada no bairro de Benfica, gestores resolveram não reconhecer o mandato do dirigente sindical Marco Antônio, que é Coordenador de Relações Trabalhistas do Sindicato dos Radialistas-RJ. Já na RecNov, além de negar pedidos legítimos de liberações de dirigentes para exercerem seus trabalhos sindicais, a empresa resolveu demitir dois ex-dirigentes sindicais que ainda estavam em gozo do período de estabilidade sindical que é de 1 ano após o término do mandato. Os dois ex-dirigentes sofreram claramente uma perseguição por parte da direção da empresa, que chegou a declarar extra-oficialmente que a atitude foi para evitar que os mesmos se candidatassem para CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) o que lhes garantiria mais 2 anos de estabilidade.

Repudiamos veementemente a gestão administrativa instável da RecNov; as atitudes antissindicais praticadas pela TV Record; Os desrespeitos a CCT, Leis Trabalhistas e CLT praticado por ambas; e as perseguições sofridas pelas lideranças sindicais Sandro Gama e Jimi Gaertner.

SINDICATO DOS RADIALISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

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