Bases da FNP estão rejeitando a proposta da empresa

Assembleias apontam a manutenção da luta e exigem nova proposta. As assembleias na Revap estão rejeitando a 4ª proposta da empresa

Ontem (8), houve assembleia com o Grupo 2 no turno das 23×7 e a proposta foi rejeitada por ampla maioria. Hoje (9), o HA e os companheiros da Transpetro de Taubaté também rejeitaram por unanimidade.

As bases do RJ, AM/MA/AP/PA também estão rejeitando. No Litoral Paulista, os petroleiros rejeitaram a proposta na última quinta-feira (8), em Assembleia Geral no Sindicato, e aprovaram a manutenção do estado de greve, assembleia permanente e atrasos surpresas. Na base de AL/SE, todas as assembleias rejeitaram por ampla maioria.

Vale ressaltar que a FNP indica a rejeição da proposta e preparação para a greve da categoria. Os trabalhadores estão entendendo a importância de zelar pelo nosso ACT e não permitir que a empresa avance sobre os nossos direitos para aumentar o atrativo das privatizações com uma força produtiva desvalorizada.

Não podemos aceitar a estratégia do governo Temer, que é um governo fraco, sem legitimidade, de acuar a categoria petroleira para tornar o Sistema Petrobrás uma terra arrasada a fim de justificar a venda de ativos/privatização da companhia.

Não à privatização da Petrobrás 

É clara a intenção de Temer/Parente de desestabilizarem o último bastião em defesa da Petrobrás: a categoria petroleira. Assim, ficaria ainda mais fácil a liquidação dos ativos da companhia e os crimes lesa-pátria, como, por exemplo, a venda do campo de Carcará, na qual o preço do barril do petróleo saiu pelo equivalente ao de uma lata de refrigerante. Isso quando a cotação do barril no mercado internacional é de US$ 45.

Assim, ganha suprema importância as ações populares do Sindipetro-AL/SE que conseguiram liminares suspendendo a venda da BR Distribuidora; dos campos de Baúna e Tartaruga Verde (Bacia de Santos e de Campos) e campos terrestres em Sergipe (Sirizinho e Riachuelo), Ceará (Fazenda Belém), Rio Grande do Norte (Riacho da Forquilha e Macau), Bahia (Buracica e Miranga) e Espírito Santos.

A luta contra a privatização da Petrobrás é uma luta direta pela manutenção dos empregos da categoria, contra o avanço da terceirização e pela manutenção do abastecimento nacional de petróleo, derivados e gás.

Fonte: Sindipetro-SJC

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