Petroleiros: ACT rebaixado, não!

Com expressiva participação da categoria, os petroleiros da base do Rio de Janeiro rejeitaram a quarta proposta da Petrobrás para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)

Mais da metade dos votantes quer que a Petrobrás apresente nova proposta (veja quadro abaixo). As assembléias ocorreram entre os dias 6 de 14 de dezembro. Também foram votados e aprovados o estado de greve e que a categoria se mantenha em assembleia permanente.
A rejeição à proposta da empresa também se repetiu nas outras bases de sindicatos filados à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). Hoje, quinta-feira (15), e sexta (16), a diretoria executiva da Federação estará reunida no Rio de Janeiro para avaliar o resultado das assembléias e definir novas ações na busca de um acordo coletivo sem retrocessos.
Apresentada pela Petrobrás em 26 de novembro, a quarta proposta contém diversos ataques aos direitos dos petroleiros: reajuste abaixo da inflação na tabela do salário básico e na RMNR; redução da jornada de trabalho com redução de 25% do salário; adiamento do debate sobre melhorias no Benefício Farmácia para o final de fevereiro de 2017; manutenção do valor do auxílio almoço; Benefício Educacional e Programa Jovem Universitário reajustados pelo menor índice da inflação (IPCA); adiantamento do 13º salário em 10 de janeiro de 2017, quando nesta data, historicamente, a categoria recebe o adiantamento da PLR.
Fonte: Surgente

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