Começa o segundo dia de Congresso Nacional da FNP

Nesta sexta-feira (3), está sendo realizado o segundo dia do Congresso Nacional da FNP. Abertura do Congresso começou com a prestação de contas e parecer do Conselho Fiscal,  que foram aprovados por ampla maioria.

A cobertura COMPLETA está disponível no facebook da FNP. Não perca!

Link do ao vivo da mesa: Votação do Regimento, Prestação de Contas e Parecer do Conselho Fiscal.

Neste momento está sendo realizada a mesa: Painel sobre Defesa das Estatais, ao vivo, mesa  que conta com a presença de advogada Raquel Sousa, autora de diversas ações em nome da FNP contra a venda de ativos a Petrobrás, e de Nazareno Godeiro, do Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos.

“Estamos diante de um governo com fortes traços fascistas. Estamos em um Estado e Democracia que pertencem  ao donos do poder, o capital”, deu o tom do debate Raquel Sousa.

Para Nazareno, o principal objetivo da privatização é retornar a economia brasileira aos moldes do colonialismo, desnacionalizando nossas empresas. “O lucro líquido de seis empresas estatais em 2018 foi de R$ 18 bilhões e o governo quer arrecadar 20 bilhões privatizando. O verdadeiro motivo das privatizações é destruir a indústria brasileira. O Brasil era o quarto país no mundo em industrialização, fabricando de aviões e trens, a produtos de higiene e alimentação”.

Nazareno vê apenas uma saída em defesa dos trabalhadores: mobilização e luta. “No Brasil 5% dos mais ricos concentram 95% do que se produz no país. Lucro é sinônimo de destruição. O que estão fazendo com as privatizações é um roubo puro e simples”.

No encerramento de sua fala o pesquisador Nazarero Godeiro informou que o ILAESE está realizando um estudo profundo sobre a Petrobrás que vai ajudar, por exemplo, a saber de fato qual poderia ser o preço real cobrado pelo combustíveis.

Na sequência, realiza-se o Painel Estratégia de Mobilizações, que vai até às 16h, também com transmissão ao vivo, com a participação de Antenágoras Texeira e Guirá.

Guirá destaca que  a luta em defesa das refinarias, contra a privatização e a reforma da Previdência não será vencida se somente os petroleiros ou metalúrgicos se mobilizarem. “Nós temos que, além de respeitar as nossas diferenças, nós temos que discutir as diferenças. Fraternalmente, como irmãos de classe, como aqueles e aquelas que enfrentarão ombro a ombro a polícia, o exército, o patrão contra a projeto que está posto contra nós. Mas se nos calarmos diante das diferenças estaremos colocando água no moinho do outro”.

Próxima mesa, a partir das 16h, tratará de "opressões": De Rosa Luxemburgo a Marielle Franco”, a luta contra a opressão e a exploração.

O segundo dia de evento termina com uma palestra descontraída sobre "os desafios das comunicações de massa das mídias sociais", ministrada pela jornalista Claudia Santiago, do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). Veja como foi a palestra.

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