Sindipetro-AL/SE informa sobre desvinculação do INSS

No estatuto do Sindipetro AL/SE, mais para 0,5% do benefício Petros para os aposentados e precisamente no capítulo II, item b, consta que pensionistas, com aprovação em assembleias a mensalidade dos aposentados é realizadas nos dias 3 de dezembro de 2019, em Maceió, correspondente a 1% do benefício do INSS. 

Atualmente, a Petros dispõe de duas verbas para o repasse das mensalidades dos associados: a verba 0070, referente ao INSS, e a 7700, da Petros.

Com a desvinculação, o repasse do INSS desaparecerá e, além do nosso estatuto passar a ser omisso, sendo necessária uma atualização urgente das normas, tivemos que pensar em uma maneira de não prejudicar a manutenção financeira do sindicato para que nossas lutas continuem em atividade. 

Por isso, organizamos uma assembleia para avaliar a cobrança da mensalidade por meio da verba da Petros. Em um primeiro momento, nas assembleias realizadas em Alagoas e em Sergipe, decidimos cobrar 1% do salário base. No entanto, a Petros não aceitou, já que o valor é calculado sobre o benefício, sobre o valor bruto.

A partir daí, reavaliamos e vimos também que 1% do benefício da Petros seria muito alto, considerando que algumas pessoas teriam que pagar mais de R$ 200,00 como contribuição. Então, resolvemos reduzir a taxa para 0,5% do benefício Petros para os aposentados e pensionistas, com aprovação em assembleias realizadas nos dias 3 de dezembro de 2019, em Maceió, e 5 de dezembro de 2019, em Aracaju. 

Após o envio de toda a documentação destinada à Petros, o desconto foi oficializado em 0,5% para os aposentados e pensionistas do benefício Petros. “A gente estava com quase 500 associados que não contribuíam com nada e que se desvincularam por conta própria. Com essa mudança, a gente contempla cerca de 1.200 filiados aposentados no sindicato. A gente precisa sobreviver em meio a essa política de governo, que é totalmente agressiva aos movimentos sindicais e trabalhadores. Para que possamos contrapor e organizar nossas defesas acerca dos nossos direitos, nós temos que ter dinheiro”, explica Alealdo Hilário, diretor aposentado do Sindipetro AL/SE.

Sem a possibilidade dessa cobrança partindo do benefício Petros e com a desvinculação do INSS, que será feita em breve, o sindicato quebraria por falta de  recursos. Agora, é articular a atualização do estatuto, que antes considerava a cobrança a partir do INSS. 

Fonte: Ouro Negro

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