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FNP convoca para o ‘DIA D’ em defesa dos participantes da Petros

*ATENÇÃO, PETROLEIRO E PETROLEIRA. O GRANDE ATO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DA PETROS, QUE DARÁ INICÍO À VIGÍLIA EM FRENTE AO EDISEN, FOI REMARCADO PARA O DIA 20/06 (ASSIM COMO O SEMINÁRIO MUDOU PARA OS DIAS 18 E 19/06). CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS       — Em linha com o Fórum das Entidades, a Federação Nacional dos Petroleiros chama o conjunto de suas bases a participar da maior manifestação pela derrubada dos equacionamentos do fundo de pensão   Na última terça-feira (28/05), a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), em reunião da diretoria executiva, aprovou a participação no seminário que vai tratar sobre a solução para os equacionamentos da Petros. A atividade, que é convocada pelo Fórum em Defesa dos Participantes da Petros, vai acontecer nos dias 11 e 12 de junho*, no Rio de Janeiro, em local a ser definido. E, mais importante, a FNP também aprovou a participação no grande ato do dia 13/06*, a partir de 11 horas, em frente ao Edifício Senado (Edisen). LEIA A 9a NOTA DE ESCLARECIMENTO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUACIONAMENTOS DOS PLANOS PETROS DO SISTEMA PETROBRÁS E SAIBA MAIS DIA 13/06 SERÁ O DIA D. O DIA DECISIVO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS. Os trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas devem participar dessa mobilização que vai PRESSIONAR A PETROBRÁS E A PETROS A ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO DEFINITIVA AOS EQUACIONAMENTOS DA PETROS.   CONTEXTO É importante salientar que, ao longo desses últimos meses, a FNP e demais entidades representativas realizaram vários atos em busca de uma solução para a categoria, enquanto havia acontecia em paralelo o GT Petros, Petrobras e Entidades Petroleiras. Porém, os trabalhos deste espaço não avançaram conforme o esperado. E, desta forma, o último e principal recurso sempre será a força da mobilização da categoria petroleira. E DEVEMOS, AGORA, MOSTRAR QUE ELA É GIGANTESCA. Para que isso aconteça, você, participante ou assistido, mesmo aqueles que nunca participaram de qualquer manifestação, estão, agora, sendo convocados a participar dessa luta conjuntamente com as entidades. Se você não reside no Rio de Janeiro, entre em contato com a sua entidade e se inscreva nas caravanas. Venha da forma como for possível, pois esse ato marcará a retomada dos direitos dos ativos, aposentados e pensionistas. De todos os participantes e assistidos da Petros! Somente com a sua participação conseguiremos êxito. Participe! Lute!   TODOS E TODAS AO ‘DIA D’ EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS!   FNP, A LUTA É PRA VALER!  

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FNP

3° ATO UNIFICADO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS SERÁ NO DIA 13/03

Fórum das Entidades em Defesa dos Participantes da Petros organiza nova manifestação para cobrar da Petrobrás o pagamento das suas dívidas com o fundo de pensão e o fim dos equacionamentos   No dia 13/03 (quarta-feira), a partir das 11 horas, em frente ao Edifício Senado (Edisen), no centro do Rio de Janeiro, a categoria petroleira e os participantes e assistidos da Petros têm um novo compromisso: o 3° ATO UNIFICADO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS, com o objetivo de pressionar a Petrobrás a pagar as suas dívidas com o fundo de pensão. A manifestação é convocada pelo Fórum das Entidades em Defesa dos Participantes da Petros, que é composto pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Federação Única dos Petroleiros (FUP), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos, na Pesca e nos Portos (Conttmaf), Federação Nacional das Associações de Aposentados, Pensionistas e Anistiados do Sistema Petrobrás e Petros (Fenaspe) e Associação dos Mantenedores e Beneficiários da Petros (Ambep). O 3° ato em defesa dos participantes da Petros acontece num momento estratégico e requer adesão máxima das bases da categoria petroleira, porque, atualmente, está em curso o GT PPE – Petrobras, Petros e Entidades Representativas para tratar de uma solução definitiva aos equacionamentos dos Planos Petros do Sistema Petrobras (PPSPs), que há anos comprometem severamente os contracheques dos petroleiros aposentados e demais beneficiários. A categoria reivindica ainda maior participação dos trabalhadores na gestão da Petros, sobretudo o direito de eleger diretores, como ocorre em outros fundos privados de pensão e previdência, tomando por base o acordo realizado na 18ª vara do Rio de Janeiro, em 2007, que garante um diretor de seguridade e um diretor administrativo eleito pelos empregados. Em 2023, a categoria realizou dois atos (em maio e agosto) em frente ao Edisen para cobrar da Petrobrás o pagamento de suas dívidas com a Petros – o primeiro, inclusive, reuniu cerca de 1,5 mil pessoas. Mas, desta vez, o ato precisa ser ainda maior. A categoria deve se mobilizar para dar ainda mais corpo a essa nova manifestação, pois somente a participação massiva dos petroleiros e petroleiras é capaz de pressionar a companhia por uma solução definitiva que acabe com os equacionamentos. O NOVO ATO VAI SER MAIOR! É fundamental que a categoria se engaje nessa importante manifestação. Procure a sua entidade e participe das caravanas rumo ao 3° ATO UNIFICADO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS.   3° ATO UNIFICADO EM DEFESA DOS PARTICIPANTES DA PETROS Quando: 13/03 (quarta-feira). Horário: Concentração a partir das 11 horas. Onde: Edifício Senado – Av. Henrique Valadares, 28 – Centro, Rio de Janeiro.     CANAL DA FNP NO WHATSAPP  Aproveite e siga o canal da FNP – Federação Nacional dos Petroleiros no WhatsApp CLIQUE AQUI. Na sequência, ative o sininho para receber as notificações dos conteúdos recém-publicados em primeira mão. Compartilhe o link desta novidade com os companheiros e companheiras da sua unidade. FNP, A LUTA É PRA VALER!

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Atos e Greves

1,5 mil petroleiros ocupam a entrada do Edisen em defesa dos participantes da Petros

Em ato histórico convocado pela FNP e FUP, categoria cobrou o aporte financeiro imediato da Petrobrás e o fim dos equacionamentos na Petros Na manhã de terça-feira (30/05) até por volta das 14 horas, mais de 1.500 petroleiros e petroleiras da ativa, aposentados e pensionistas de todo o Brasil realizaram um ato unificado em defesa dos participantes e assistidos da Petros, em frente ao Edifício Senado (Edisen), atual sede da Petrobrás, no Centro do Rio de Janeiro. A manifestação tomou toda a entrada da Avenida Henrique Valadares e seus arredores para acompanhar as intervenções dos mais de 30 oradores, dirigentes dos Sindipetros e lideranças políticas, que se revezaram nos microfones para agitar a luta petroleira. Convocado pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), o protesto reivindicou o aporte financeiro imediato da patrocinadora (Petrobrás) no fundo de previdência, o fim dos seguidos Planos de Equacionamento de Déficit (PEDs), que corroem os salários e aposentadorias da categoria petroleira, além de maior participação dos trabalhadores na gestão da Petros. Ao final do ato, os dirigentes de ambas as federações prometeram seguir com a mobilização da categoria petroleira, prontamente endossados pelos manifestantes, até a Petrobrás atender as demandas relativas à Petros. Balanço “Primeiro, é importante agradecer a todos os petroleiros e petroleiras  aposentados, pensionistas e ativos de diversas regiões do país que se deslocaram até o Rio de Janeiro e que também fizeram atos locais. Esse ato foi vitorioso para a categoria, porque trouxe um despertar e uma visão mais clara da necessidade cada vez maior de organização dos trabalhadores petroleiros e, no caso da Petros especificamente, de uma união nacional envolvendo FNP, FUP e as associações que representam os aposentados e pensionistas a fim de alcançarmos uma resolução definitiva para esse problema”, avaliou Adaedson Costa, secretário-geral da FNP. “A categoria pode contar com a FNP para a sequência de mobilizações. Seguiremos pressionando a patrocinadora, que muito tem responsabilidade pelo déficit na Petros, a fazer o aporte financeiro no fundo de previdência. Seja por meio de acordos judiciais ou por outros meios cabíveis. Essa é a única solução possível para esse problema. A Petrobrás é ainda responsável pela angústia que cada aposentado e pensionista sente ao ver a sua remuneração cada vez mais achatada, muitas vezes não conseguindo o suficiente suprir o básico de uma alimentação saudável, ferindo a dignidade das pessoas”, destacou Adaedson. “A avaliação que a gente tem do ato é positiva. As duas federações, todos os sindicatos e as entidades representativas que estiveram presentes jogaram peso nesse movimento. Somente com essa união é que nós vamos conseguir avançar no caso Petros. Está humanamente impossível viver com vários equacionamentos. Vários aposentados e pensionistas recebem seus contracheques zerados. Que a Petrobrás pague os bilhões que ela deve ao plano para que a gente possa ter uma sobrevida”, ressaltou Júlio César Araújo, diretor do Sindipetro São José dos Campos. “O ato foi muito importante e demonstrou mais uma vez que a categoria está unificada com o objetivo de exigir da direção da empresa e do governo que a Petrobrás pague as duas dívidas com a Petros. É preciso determinação política da gestão Prates para se resolver esse problema. E isso ainda não está definido. A gente está participando do grupo de trabalho com a empresa para tratar de Petros e AMS e já nos decepcionamos de imediato porque não se avançou em nada em relação aos outros problemas”, disse Eduardo Henrique, também secretário-geral da FNP. “A categoria vai ter que seguir mobilizada, vai ter que lutar, e essa unidade é muito importante, assim como a consciência dos trabalhadores para enfrentar o capital e a empresa hoje nessa condição privatizada. Só com a mobilização e a independência do movimento sindical diante de qualquer governo é que a gente vai conseguir fazer isso”, complementou Eduardo Henrique. Confira algumas fotos do ato:  

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Atos e Greves

30/05: Federações convocam para grande ato unificado em defesa dos participantes da Petros

Na próxima terça-feira, dia 30/05, às 11 horas (com concentração a partir das 10 horas), acontecerá um grande ato unificado em defesa dos participantes da Petros, em frente ao Edifício Senado (Edisen), no centro do Rio de Janeiro. A manifestação, convocada pela Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), tem o objetivo de pressionar o aporte imediato da patrocinadora Petrobrás no fundo de previdência, que ano após ano segue deficitário, corroendo salários, aposentadorias e pensões, causando prejuízo aos seus participantes. A categoria petroleira também reivindica a suspensão do Plano de Equacionamento de Déficit (PED) de 2021 e maior participação dos trabalhadores na gestão da Petros — em respeito ao acordo realizado na 18ª vara do Rio de Janeiro, em 2007, que garante um diretor de seguridade e um diretor administrativo eleito pelos empregados. “Não é razoável o sacrifício que estão fazendo os aposentados e pensionistas que construíram a Petrobrás. Muitos estão com graves problemas de subsistência devido ao atual equacionamento, inclusive para se alimentar. Nunca houve interesse da Petrobrás em resolver esse problema do equacionamento e do patrocínio”, destaca Adaedson Costa, secretário-geral da FNP. “Essa é a hora de unir o pessoal da ativa e os aposentados para exigir da Petrobrás o pagamento das suas dívidas e livrar a categoria desse PED assassino, que sequestra as aposentadorias e os salários dos trabalhadores. Vamos juntos nessa luta”, complementa Eduardo Henrique, também secretário-geral da FNP. Atos regionais Além do ato no Edisen (RJ), acontecerão manifestações descentralizadas em outros estados do Brasil em defesa dos participantes da Petros. O Sindipetro PA/AM/MA/AP e o Sindipetro AL/SE também organizam atos em suas bases. Em Manaus, o ato ocorrerá na sede da Unidade de Negócios do Amazonas (UN-AM). A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) convoca todos os petroleiros e petroleiras a participar do ato em defesa dos participantes da Petros, no próximo dia 30/05, a partir das 10 horas, no Edifício Senado (Rio de Janeiro) e em suas outras bases.  

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