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FNP homenageia mães petroleiras

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) expressa as mais sinceras homenagens a todas as mães neste Dia das Mães. Celebramos nesta data o amor incondicional, a dedicação e a força de todas as mães, em especial as mamães petroleiras, que desempenham um papel vital em nossa indústria. Admiramos a resiliência característica dessas matriarcas, que moldam o futuro não apenas de suas famílias, como também contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e solidária. Que este Dia das Mães seja um momento de celebração e gratidão. Que todas as mães sejam honradas e reconhecidas todos os dias. Feliz Dia das Mães!   Rio de Janeiro, 10 de maio de 2024 Federação Nacional dos Petroleiros

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Notícias

Petroleiras da FNP e da FUP aprovam pauta conjunta de combate aos assédios sexual e moral

A plenária final aprovou por unanimidade propostas de cláusulas para os Acordos Coletivos de empresas do Sistema Petrobrás e do setor privado e deliberações para aumentar a participação das mulheres nas organizações sindicais [Da imprensa da FUP com informações da FNP] Terminou na manhã da última quinta-feira, 25, o Primeiro Encontro Unitário de Mulheres Petroleiras da FUP e da FNP. Durante os últimos dois dias, cerca de 50 delegadas de várias bases do Sistema Petrobrás e de empresas privadas debateram questões estruturantes para a organização das mulheres e ações efetivas de combate à violência e às opressões no ambiente de trabalho. A plenária final aprovou por unanimidade propostas de cláusulas para os Acordos Coletivos de empresas do Sistema Petrobrás e do setor privado, com medidas para melhoria e ampliação dos procedimentos de tratamento de denúncias de assédio moral e violência sexual, garantindo total assistência e proteção à vítima, transparência na apuração dos fatos e medidas de punição e afastamento do agressor. Uma das medidas propostas é que o assediador com função de liderança perca o cargo e fique impedido de assumir função gratificada por cinco anos. Entre as demais propostas aprovadas de combate e tratamento dos casos de assédio moral e sexual no trabalho, estão a garantia de estabilidade e medidas protetivas para as empregadas denunciantes; canais de acolhimento às vítimas, com garantia de suporte psicológico; mudanças na composição das comissões de apuração para que sejam majoritariamente integradas por mulheres e tenham participação dos sindicatos; acompanhamento pela CIPA das denúncias de assédio moral e violência sexual, conforme previsto pela nova legislação, garantindo o treinamento dos cipistas, com a participação do sindicato; ações de comunicação para divulgação dos canais de denúncia de assédio moral e violência sexual. Também foram discutidas e aprovadas propostas de cláusulas para ampliar os benefícios já conquistados no ACT do Sistema Petrobrás e melhorar as condições de trabalho e de saúde e segurança, como garantia de ambientes seguros para aleitamento, cobertura de parto humanizado pela AMS, melhorias no PAE, opção de teletrabalho integral para empregadas no final da gestação e lactantes com filhos até 36 meses de idade, participação das federações na subcomissão de diversidade da empresa, entre outras propostas. O Encontro Unitário aprovou ainda a inclusão nos ACTs (Sistema Petrobrás e setor privado) de uma cláusula que garanta proteção e direitos para as trabalhadoras em situação de violência doméstica. A plenária também deliberou sobre uma série de encaminhamento para aumentar a participação das mulheres nas organizações sindicais. Entre as principais propostas estão realizar campanhas conjuntas da FUP e FNP de combate aos assédios moral e sexual; criar e/ou fortalecer estruturas organizativas das mulheres; realizar cursos de formação sindical e criar espaços políticos para troca entre as mulheres; realizar de campanhas de sindicalização focadas nas trabalhadoras; realizar cursos de desconstrução do patriarcado e combate ao machismo nas organizações sindicais. As resoluções do Encontro serão encaminhadas para discussão nos Congressos Nacionais da FUP e da FNP, que serão realizados nos próximos meses, quando a categoria aprovará as pautas de reivindicações que serão negociadas com as empresas do Sistema Petrobrás e do setor privado. “Nunca mais sem nós” Com o tema “Nunca mais sem nós”, o Primeiro Encontro Unitário de Mulheres Petroleiras da FUP e da FNP reuniu entre os dias 23 e 25 de maio, em Cajamar/SP, trabalhadoras de todo o Brasil em um histórico debate que unificou estratégias de organização e combate a todas as formas de opressão e assédios na indústria de petróleo. O palco dos debates foi o icônico Instituto Cajamar (INCA), escola de formação sindical, criada em 1986 pela classe trabalhadora organizada, mas que nos últimos anos vem atravessando uma grave crise. A realização do evento no INCA foi um passo importante para recuperar o instituto e evitar que seja desativado. Foi a primeira vez que as duas federações de trabalhadores petroleiros realizaram um encontro nacional. O protagonismo das mulheres petroleiras na reconstrução da unidade da categoria foi bastante enfatizado e celebrado pelas trabalhadoras e convidadas que participaram do encontro. A coordenadora do Coletivo Nacional de Mulheres Petroleiras da FUP, Patrícia Jesus Silva, e a diretora da FNP, Natália Russo, destacaram a importância dessa experiência para o avanço da organização das trabalhadoras e comemoraram a diversidade de pensamentos e o debate fraterno e respeitoso que marcaram o evento. Balanço das petroleiras da FNP “O encontro foi um sucesso. Nós avançamos, pela primeira vez desde a fundação da FNP, há quase 20 anos, na construção de uma pauta realmente unitária entre as duas federações. Um passo dado em prol dos direitos do conjunto dos trabalhadores com o protagonismo das mulheres. Talvez ainda não tenhamos a total dimensão do quanto fizemos história nesses 3 dias”, avaliou Natália Russo, dirigente da Federação Nacional dos Petroleiros e do Sindipetro RJ. “O encontro foi muito positivo. A construção desse espaço unitário foi muito importante. Nós conseguimos elaborar uma pauta para as mulheres, assim como para o conjunto de trabalhadores da Petrobrás e do setor privado. A ideia é apresentar essa pauta no encontro das duas federações e depois para a Petrobrás como parte do nosso acordo coletivo de trabalho”, analisou Ana Paula Baião, petroleira do Cenpes e ativista de base. “Entretanto, é importante falar que as divergências com a FUP se mantêm.  E como a FUP tem se atrelado ao governo, isso tem impacto direto nas formas de mobilização da categoria petroleira na luta pelos nossos direitos”, complementou Ana Paula.

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Combate ao assédio, pautas de gênero e conjuntura política pautam o 1° Encontro Nacional de Mulheres da FNP

Em dois dias, mais de 60 trabalhadoras petroleiras debateram questões interseccionais relativas às pautas de gênero dentro do sistema Petrobrás e deliberaram resoluções para o Acordo Coletivo de Trabalho Nos dias 5 e 6 de maio, a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) organizou o seu 1° Encontro Nacional de Mulheres.  O evento contou com a participação de mais de 60 mulheres nos dois dias e aconteceu simultaneamente em quatro das cinco bases da Federação – Sindipetro-Rio de Janeiro (RJ), Sindipetro São José dos Campos (SJC), Sindipetro Litoral Paulista (LP) e Sindipetro Alagoas e Sergipe (AL/SE) – no formato híbrido, com transmissão em tempo real. No primeiro dia, diversas lideranças políticas estiveram na abertura para saudar a grandeza e a importância do encontro no combate ao machismo na Petrobras, bem como no dia a dia do país e do mundo. Além das dirigentes e ativistas petroleiras, militantes e representantes de outras categorias também manifestaram apoio à iniciativa feminina, como a presidenta do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Camila Lisboa, e a vereadora da cidade do Rio de Janeiro, Luciana Boiteux (PSOL-RJ). A mesa principal da sexta-feira tratou dos desafios das mulheres na atualidade e foi conduzida por Marcela Azevedo, do Movimento Mulheres em Luta (MML) e do PSTU; e Tatiany Araújo, da Resistência Feminista e do PSOL. Ambas as debatedoras fizeram uma análise da conjuntura política brasileira atual, realçando a vitória das trabalhadoras contra o Bolsonaro nas eleições do ano passado. Em uníssono, todas as participantes que pediram a palavra criticaram o governo Bolsonaro e a direção da Petrobrás em sua nefasta política para o desmanche da companhia, a regressão de direitos, a falta de espaço para se manifestar e o aumento da cultura da violência contra as mulheres na empresa e no cotidiano, endossadas pelo ex-chefe de Estado. “Precisamos aproveitar esse momento. Convivemos com o assédio sexual desde sempre, se agravando nesses últimos quatro anos. Eu pessoalmente tinha muito medo do que poderia nos acontecer, caso Bolsonaro fosse reeleito. Agora, é o momento de avançar em nossas pautas, conquistamos esse espaço”, disse Cidiana Masini, vice-presidente do Sindipetro-SJC e diretora da FNP. No encontro, demitidas políticas da Petrobrás e subsidiárias também relembraram dos seus casos e ressaltaram ao plenário como a organização de mulheres naquele espaço era acolhedor para projetar as próximas lutas – algo improvável até poucas décadas atrás, quando elas foram perseguidas e assediadas. “As mulheres têm sido extremamente importantes em vários movimentos. A mobilização das mulheres é crescente. Que nossas dores individuais se unam às dores de nossas companheiras, gerando força de mobilização e luta”, complementou Cidiana. Combate ao assédio   No segundo dia do Encontro Nacional de Mulheres da FNP, a pauta do assédio sexual e moral dentro da Petrobrás abriu os trabalhos pela manhã e deu a tônica nas demais atividades. Após a votação do regimento, o painel “Combatendo o assédio no ambiente de trabalho” contou com a presença da advogada do Sindipetro-RJ, Karina Mendonça, da pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Luciana Gomes, e da doutoranda em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP), Daniela Tavares. O caso do assediador do Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), no Rio de Janeiro, foi relembrado em muitas intervenções das petroleiras, que sempre ressaltavam se tratar de um reflexo da cultura machista vigente na empresa, e que lamentavelmente não tomou as medidas corretas, na hora certa, para proteger as trabalhadoras violentadas do dano causado. Uma dessas trabalhadoras esteve presente no 1° Encontro de Mulheres da FNP e foi homenageada pelas petroleiras. “Infelizmente, o assédio, qualquer que seja ele, não é uma novidade na sociedade e tampouco na Petrobrás. O que faz a diferença é como a gestão da empresa lida com esse problema: de forma a autorizá-lo ou coibí-lo. E nós estamos aqui reunidas para que esse tipo de prática não seja mais naturalizada e tolerada na nossa empresa. Queremos um espaço de trabalho de respeito, segurança e saudável para todas”, disse Moara Zanetti, conselheira do Sindipetro RJ e diretora da FNP. A dirigente, entretanto, reforça que não dá pra se pensar em políticas de combate ao assédio sem priorizar as trabalhadoras terceirizadas, que possuem vínculos e contratos precários com a Petrobrás. “Essa reunião das mulheres petroleiras é uma potência. Quando nos reunimos e nos organizamos, nos fortalecemos e tornamos o nosso sofrimento, aparentemente individual, como pauta política, mobilização. Isso nos torna muito mais fortes nessa correlação de forças tão desigual e com avanços inevitáveis”, comentou Moara. Outras atividades e próximo encontro O segundo dia do encontro ainda contou com um debate sobre os direitos das mulheres em acordos coletivos, conduzido pelas especialistas Ana Godoy, do Instituto Latino Americano de Educação (Ilaese), e Renata Belzunces, do  Departamento Intersindical de Estatísticas e Edudos Sócio Econômico (Dieese). À tarde, as trabalhadoras se reuniram em grupos de trabalho e depois votaram as resoluções, que serão sistematizadas nos próximos dias para serem apresentadas como pautas das mulheres da categoria petroleira no acordo coletivo de trabalho (ACT). “O encontro foi muito importante, debateu os desafios das mulheres na atualidade, preparou e organizou as mulheres pra enfrentar os desafios do próximo acordo coletivo, buscando ampliar a luta contra o assédio sexual e o assédio moral na Petrobrás, e buscando também ampliar os direitos das mulheres”, explicou Natália Russo, diretora do Sindipetro-RJ e da FNP. “A gente sai mais fortalecida após este encontro. Nós homenageamos as bravas guerreiras do Cenpes, que fizeram as denúncias de assédio sexual e levou todo esse desencadear desta luta contra o assédio. Foi um momento muito emocionante. É a gente se organizando, se encontrando, acolhendo umas às outras, que a gente vai conseguir fortalecer os nossos laços de solidariedade, defender os nossos direitos no acordo coletivo e lutar contra o assédio”, resume Natália. A dirigente ainda alertou as petroleiras para o próximo compromisso comum: o Encontro Nacional de Petroleiras Unificado, que reunirá as companheiras das bases da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e da Federação Única dos Petroleiros (FUP), a ser realizado entre os

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Direitos

Petrobrás altera protocolo para agilizar atendimento de vítimas de assédio sexual e moral

Dividido em quatro pilares, novo procedimento é fruto de pressão das trabalhadoras petroleiras que compuseram o grupo de trabalho sobre assédio na empresa; FNP participou do processo   No dia 20/04, a Petrobrás anunciou um novo protocolo para dar celeridade e encaminhamento às denúncias de assédio sexual e moral contra as trabalhadoras da companhia, e promover uma rede de proteção às denunciantes. A conquista somente foi possível através da pressão das petroleiras – dentre as quais, as companheiras da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) –, que participaram do Grupo de Trabalho (GT) Assédio instalado no início de abril, após os escândalos que tomaram conta dos noticiários do país, especialmente o caso do Cento de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), no Rio de Janeiro. O procedimento anunciado foi dividido em quatro pilares: estratégia, prevenção, acolhimento e denúncia. E, a partir de agora, o prazo para a conclusão da apuração de denúncias de assédio e importunação sexual passará a ser de 60 dias – com melhor perspectiva diante do prazo anterior que era de até 180 dias. Os pilares do novo protocolo Em estratégia, a empresa vai criar um programa estruturado com metas que serão desdobradas para todas as gerências executivas. A parte sobre prevenção será constituída de várias ações de comunicação, com estratégias diferentes e para públicos diferentes. Existirão cursos obrigatórios e rodas de conversas femininas, masculinas e mistas. Já em se tratando de acolhimento, existirá um canal composto por uma equipe de mulheres e um teleatendimento com uma psicóloga do Hospital Albert Einstein. Essa equipe poderá demandar medidas educativas e medidas de maior prevenção, assim como poderá fazer a mediação de conflito, chegando a orientar a vítima para a realização de denúncia. Por fim, visando celeridade, atendimento humanizado e transparência, o pilar da denúncia vai unificar apuração e investigação em uma única gerência. O sistema de consequências vai ficar com a área de Integridade Corporativa da Petrobras. A equipe de apuração será diversa, também com a presença de homens, mas as entrevistas com as vítimas serão conduzidas exclusivamente por outras mulheres. A participação dos sindicatos está prevista nos pilares acolhimento e prevenção. A diretora da Federação Nacional dos Petroleiros e do Sindipetro-RJ, Natália Russo, explica que também foi defendido facultar à trabalhadora e ao trabalhador o acompanhamento do sindicato na comissão de investigação. “Também levantamos que deveria ter sido instituído que as comissões de apuração fossem formadas por uma maioria de mulheres”, explica. Esses últimos pontos, no entanto, ainda não foram aplicados. Ainda assim, de acordo com a dirigente sindical, o novo protocolo é uma conquista fruto da mobilização das trabalhadoras petroleiras que se organizaram nas últimas semanas. “Muitas mulheres procuraram o sindicato e a FNP com o receio de que o GT fosse apenas mais um para ‘inglês ver’. Isso não se confirmou. O trabalho do GT precisa ser louvado como uma vitória das mulheres que se mobilizaram no último período”, comenta Natália Russo. “Também precisamos marcar a mudança da postura da alta gestão que acolheu as vítimas e montou um GT com o intuito de ter mudanças de fato.  Houve avanços substanciais, como o atendimento psicológico para denunciantes e a previsão de afastamento do denunciado da vítima ainda no decorrer do processo de investigação”, complementa. A partir de maio, a Petrobras vai disponibilizar um canal para suporte às vítimas com danos à saúde mental causados pela violência sofrida, que funcionará 24 horas por dia. Será um teleatendimento 0800 para empregadas e empregados próprios e também de empresas terceirizadas. Outras medidas A Petrobras também vai promover um fórum anual de combate à violência sexual, que terá a sua primeira edição no próximo mês de junho, com a participação da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) e da Federação Única dos Trabalhadores (FUP). Outras medidas ainda estão em discussão e podem ser encaminhadas nos próximos meses. Uma das recomendações do GT, por exemplo, é melhorar a cláusula do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que trata de assédio. Há ainda uma discussão que envolve a participação das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (CIPAs) em todos os pilares do novo protocolo – por ora, ficou deliberada a participação das CIPAs apenas no eixo de prevenção, para que atuem como multiplicadoras. Outra meta para a área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) é a ampliação de câmeras nas unidades. De acordo com a diretora Natália Russo, “foi ponderada uma ressalva à empresa para que essa medida fosse negociada com o sindicato local e de maneira pontual para não recair em outro tipo de assédio, o moral”. “Existem ainda elementos preocupantes que vão demandar o nosso acompanhamento. O processo de acolhimento também pode incorrer em uma nova violência se não for realizado por equipe especializada e bem capacitada, com empatia. Nós registramos essa preocupação para a empresa”, conclui Natália Russo.

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#8M: petroleiras vão às ruas pela vida das mulheres!

O Dia Internacional das Mulheres (8/3) é uma data importante para fortalecer a luta pela igualdade de gênero e pelos direitos das mulheres em todo o mundo. Desde a sua criação, há mais de um século, a data tem sido marcada por manifestações, protestos e mobilizações em prol dos direitos das mulheres. Na Petrobrás, por exemplo, as mulheres sãoo as que mais sofrem com assédio moral e constrangimento. Também é muito presente o assédio sexual, que ocorre principalmente, mas não o unicamente, com mulheres terceirizadas. Um reflexo do machismo em nossa sociedade. Mas, o número de mulheres tem crescido exponencialmente nos úlltimos anos na Petrobrás. Porém, nem sempre um ambiente de trabalho está apropriado para recebê-las e elas ainda sofrem com a falta de vestiários femininos, adequação de equipamentos para exercerem seu trabalho, uniformes e EPI adequados, como também à necessidade de a empresa realizar treinamentos, debates, oportunidades de diálogo sobre as questões de gênero e assédios, tanto para gestores quanto para toda a força de trabalho. Por isso, nos atos de rua desse ano, elas vão pedir: – Sem anistia para os bolsonaristas e entreguistas da Petrobrás; – Reversão das privatizações; – Retorno do programa Parto Adequado da Petrobrás; – Adequação da compensação das horas de Natal e Ano Novo e adequação da compensação de horas para as mulheres que saíram de licença, sem que haja perdas; – Expansão dos dias de licença para acompanhamento de filhos menores à médico, como para acompanhamento de pais idosos ou acompanhantes, expansivo também aos homens; – Melhorias no procedimento de acompanhamento de denúncia de assédio sexual e moral; – Proteçãoo das mulheres ví­timas de violência doméstica; – Defesa do Programa de avaliação da saúde do aposentado – PASA; e – Defesa do Programa de Assistência Especial (PAE), com melhoria nos procedimentos de reembolso, no acompanhamento de dependentes e na celeridade da liberação dos tratamentos. É importante que as mobilizações e lutas lideradas pelas mulheres continuem a crescer e ganhar forçaa, de modo a garantir um futuro mais justo e igualitário para todas.

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Eventos

Reunião de organização do 1º Encontro das Mulheres

Dia 27/02, a partir das 19h30min, pelo zoom. Não perca!   A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) irá promover, pela primeira vez, o Encontro Nacional de Mulheres da Petrobrás e demais subsidiárias. O objetivo é construir uma pauta de reivindicações, já se articulando para a negociação do acordo coletivo. Ao longo da história, as mulheres da Petrobrás avançaram em direitos, tais como, EPIs femininos, reconhecimento do gênero na profissão, redução da jornada para lactantes e etc. No entanto, ainda há muito a avançar. Outros acordos coletivos possuem cláusulas mais protetivas em relação a assédio moral e sexual, que em geral as mulheres são as maiores vítimas. Também é necessário retomar o programa parto adequado, ampliar o abono de dias para acompanhamento de idosos e filhos dependentes, além de outras demandas que podemos refletir. A primeira reunião de organização do encontro será online, segunda-feira,  (27),  às 19h30min. Nossa união, organização e articulação serão fundamentais para avançarmos nas conquistas. Vamos juntas! Participe! A reunião será realizada virtualmente pelo zoom: https://bityli.com/Zgty2. Para mais informações: fednacpetroleiros@gmail.com  

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